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EUA realizou grande operação militar na Venezuela e anunciou a captura de Nicolás Maduro.

Pessoa em helicóptero segurando celular com foto de Donald Trump, com três helicópteros voando sobre cidade ao fundo.

Na madrugada de 3 de janeiro, os Estados Unidos teriam conduzido uma operação militar de grande escala na Venezuela, com o desfecho reportado de captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, por Forças de Operações Especiais. A informação foi divulgada pelo próprio presidente Donald Trump e replicada pela Casa Branca, enquanto redes sociais e outros meios passaram a circular imagens e vídeos que supostamente registrariam ações e ataques em território venezuelano.

Anúncio de Donald Trump na Truth sobre a operação militar na Venezuela

Horas antes, por volta de 7h21 (horário local da Venezuela) e após semanas de escalada de tensão, o presidente dos Estados Unidos publicou em sua rede social Truth a seguinte mensagem:

“Os Estados Unidos realizaram com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que, junto com sua esposa, foi capturado e retirado do país. Esta operação foi realizada em colaboração com as forças de segurança dos EUA. Mais detalhes serão divulgados em breve”.

Até o momento, ainda é aguardada uma coletiva de imprensa que seria conduzida pelo próprio Trump para detalhar a operação. Paralelamente, atualizações atribuídas a diversos veículos e até mesmo ao presidente da Colômbia, Gustavo Petro, apontam que a operação militar lançada pelas Forças Armadas dos Estados Unidos teria sido planejada para viabilizar a inserção de operadores da Força Delta (Exército dos Estados Unidos), com a missão central de capturar Nicolás Maduro e extraí-lo para um local que não foi divulgado.

Como a operação teria sido conduzida: Força Delta e apoio dos “Night Stalkers”

Conforme os relatos que circulam até aqui, antes da fase de captura teria ocorrido uma sequência de ataques contra alvos políticos e militares com o objetivo de reduzir a capacidade de reação das Forças Armadas Bolivarianas e mitigar riscos à ação liderada pela Força Delta. Para isso, teriam sido empregados meios do 160.º Regimento de Aviação de Operações Especiais, conhecido como “Night Stalkers” (Caçadores Noturnos).

Alvos citados nos relatos sobre os ataques

Entre os pontos que teriam sido atingidos durante a madrugada, são mencionados:

  • Forte Tiuna (no sudeste), onde se concentra parte do Ministério da Defesa;
  • Quartéis do Comando Estratégico Operacional da força armada e do Exército Bolivariano;
  • Base Aérea Generalíssimo Francisco Miranda;
  • Quartel da Montanha, local associado aos restos de Hugo Chávez, e cujas proximidades abrigariam o quartel-general da Milícia Bolivariana.

Próximos pronunciamentos e informações pendentes

Até agora, espera-se que Donald Trump se pronuncie ao público nos Estados Unidos e internacionalmente para apresentar informações adicionais sobre a operação militar, incluindo detalhes sobre o paradeiro de Nicolás Maduro e Cilia Flores.

Em situações de alta volatilidade como esta, é comum haver grande volume de material circulando online e relatos conflitantes. Por isso, a consolidação do que efetivamente ocorreu costuma depender de comunicados oficiais, checagens independentes e confirmação por múltiplas fontes.

Além do impacto político imediato, uma ação desse porte tende a elevar a tensão regional, com possíveis efeitos na segurança de fronteiras, na mobilização de forças e na percepção de risco para rotas comerciais e energia - especialmente relevantes para países próximos, como o Brasil.

Notícia em atualização.

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