Como já era esperado na semana passada, esta segunda-feira, 31 de março, começou com aumento no preço dos combustíveis, especialmente no caso da gasolina comum.
No momento da publicação deste texto, o preço médio do diesel comum já havia subido 1,1 centavo por litro, enquanto o da gasolina comum avançou 2,5 centavos por litro, segundo dados do Mais Gasolina. Nas principais redes, porém, a alta foi mais forte: BP, Galp e Repsol elevaram a gasolina em quatro centavos por litro e o diesel em dois centavos.
Com base nessas variações médias, o diesel comum passa a custar € 1,59 por litro, enquanto a gasolina comum chega a € 1,733 por litro.
A referência usada para calcular os preços dos combustíveis continua sendo, como de costume, os valores divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), neste caso os relativos à última sexta-feira, 28 de março.
Os números apresentados pela DGEG já incluem os descontos praticados pelas distribuidoras, além das medidas do governo atualmente em vigor. Ainda assim, vale reforçar que esses valores são apenas médias indicativas e podem ser diferentes daqueles encontrados no posto de combustível.
Em momentos como este, comparar os preços entre postos pode fazer diferença, principalmente para quem abastece com frequência. Pequenas variações por litro acabam pesando mais ao longo do mês, sobretudo para quem usa o carro todos os dias ou precisa percorrer distâncias maiores.
Medidas do governo em vigor para conter a alta da gasolina comum e do diesel
Desde 2022, seguem em vigor as medidas do governo para tentar reduzir o impacto da alta dos combustíveis, com foco principal no ISP.
Neste ano, o valor do ISP aumentou em três centavos por litro, mas a queda da taxa de carbono impediu mudanças na carga tributária sobre os combustíveis.
Por isso, a soma dos chamados “descontos fiscais” resulta em uma redução de 17,6 centavos por litro de diesel e 19,2 centavos por litro de gasolina.
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