O preço dos combustíveis nesta semana, de 21 de abril, continua praticamente no mesmo patamar da semana anterior - justamente a que registrou a maior queda do ano. A única mudança perceptível está na gasolina comum, que teve uma alta muito pequena.
No momento da publicação deste artigo, o preço médio da gasolina comum havia avançado meio centavo por litro, enquanto o diesel comum permaneceu sem alteração, segundo dados do Mais Gasolina.
Com isso, tomando como referência os valores médios dos combustíveis, a gasolina comum passa para 1,674 €/l, ao passo que o diesel comum segue em 1,518 €/l.
Entre as principais distribuidoras, Galp, BP e Repsol elevaram o preço da gasolina comum em meio centavo por litro.
Os cálculos usados como base para o preço dos combustíveis continuam sendo os números divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), neste caso os relativos à sexta-feira, 18 de abril.
Os valores informados pela DGEG já contemplam tanto os descontos aplicados pelas distribuidoras quanto as medidas do governo atualmente em vigor. Ainda assim, vale lembrar que se tratam apenas de referências médias e indicativas, podendo variar em relação ao que é encontrado nos postos de combustível.
Medidas do governo em vigor para os combustíveis
Desde 2022, seguem ativas as medidas do governo destinadas a conter a escalada dos preços dos combustíveis, com foco principal sobre o valor do ISP.
Neste ano, o ISP aumentou três centavos por litro, mas a redução da taxa de carbono compensou essa alta, de modo que não houve mudança na carga fiscal total sobre os combustíveis.
Por isso, a soma de todos os chamados “descontos fiscais” resulta em uma redução de 17,6 centavos por litro no diesel e 19,2 centavos por litro na gasolina.
Na prática, isso significa que pequenas oscilações semanais podem ser absorvidas por fatores externos, como a variação do mercado internacional do petróleo e as políticas fiscais em vigor. Para o consumidor, o efeito costuma aparecer de forma desigual conforme a região, a bandeira do posto e os custos de logística.
Também é recomendável comparar preços antes de abastecer, já que as diferenças entre postos podem ser relevantes mesmo quando a média nacional muda pouco. Essa atenção faz ainda mais diferença em períodos de estabilidade, como o atual, em que qualquer centavo pode alterar o custo final do abastecimento.
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