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Na Coreia do Sul, criaram um método universal para baterias de estado sólido, aumentando a condutividade iônica em 2,7 vezes.

Cientista em laboratório analisando lâmina com imagem digital holográfica, ao lado de tablet com gráficos.

Pesquisadores encontram uma forma de aumentar a estabilidade e a condutividade de eletrólitos de estado sólido

Pesquisadores sul-coreanos criaram um princípio de projeto amplo para acelerar a comercialização de baterias de estado sólido. O estudo foi conduzido por cientistas do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST), em parceria com equipes da Universidade Dongguk, da Universidade Yonsei e da Universidade Nacional de Chonbuk.

A proposta se apoia em uma estratégia que os autores chamam de “ancoragem de oxigênio”. Eles incorporaram tungstênio ao material, o que ajuda a reter o oxigênio na estrutura cristalina do eletrólito e aumenta sua resistência ao ar. Ao mesmo tempo, os cientistas reorganizaram a arquitetura interna do material para ampliar os “corredores” por onde os íons de lítio se movem. Como resultado, a condutividade iônica ficou 2,7 vezes maior do que a de eletrólitos sólidos halogenados convencionais.

A principal vantagem da nova abordagem é que ela não se limita a uma composição específica. Os pesquisadores demonstraram que o método pode ser aplicado a eletrólitos à base de zircônio, índio, ítrio e érbio, alcançando resultados semelhantes. Isso aponta para um princípio realmente universal, capaz de acelerar o desenvolvimento de novas gerações de baterias mais seguras e de recarga rápida.

Se a tecnologia for ampliada em escala, ela pode aproximar a produção em massa de baterias de estado sólido para veículos elétricos, robótica e aeronaves elétricas.

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