Pular para o conteúdo

Toyota bZ7: novo sedã elétrico reforça a aposta da marca Toyota na China

Carro elétrico branco Toyota bZ7 EV exibido em ambiente interno moderno e iluminado.

Em um mercado onde elétrico virou prioridade - e a China dita boa parte do ritmo - a Toyota aproveitou o Salão de Xangai para apresentar o bZ7, um novo sedã 100% elétrico que chega como o topo de linha da marca por lá. Desenvolvido na China e pensado para o público chinês, o modelo deixa clara a estratégia da Toyota de ganhar força no maior mercado automotivo do mundo apostando na eletrificação.

O Toyota bZ7 amplia a ofensiva da marca japonesa na linha de elétricos voltados à China, que já reúne bZ4X, bZ3, bZ3X e bZ5. Desse pacote, só o bZ4X é vendido na Europa; os demais seguem exclusivos do mercado chinês.

Assim como o bZ3X, o bZ7 nasce da parceria entre a Toyota e a GAC (Guangzhou Automobile Group): “o novo modelo vai combinar os pontos fortes de cada empresa - a qualidade da Toyota com a tecnologia avançada da China”.

A Huawei também participa do projeto do Toyota bZ7, que será o primeiro modelo Toyota-GAC a sair equipado com o sistema operacional HarmonyOS, da gigante chinesa de tecnologia.

O que já se sabe?

Mesmo sem a Toyota ter revelado as especificações finais, já se sabe que este sedã 100% elétrico terá mais de 5 metros de comprimento - ou seja, é mais longo do que um Camry, por exemplo.

As rodas de 21″ e o visual externo reforçam a identidade da família bZ, com destaque para os faróis de LED em formato de “C”, uma assinatura cada vez mais reconhecível da Toyota. A silhueta segue uma linha fluida e elegante.

Por dentro, a Toyota foi na direção da sofisticação. Os bancos em couro branco combinam com o volante e recebem o complemento de detalhes em madeira nas portas e no console central. A central multimídia com tela grande chama atenção, mas são os materiais e acabamentos mais caprichados que colocam o bZ7 um nível acima dos outros modelos da gama bZ.

Quando chega?

O lançamento do Toyota bZ7 na China deve acontecer mais perto do fim do ano e, vale reforçar, será exclusivo do mercado chinês.

Comentários

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!

Deixar um comentário