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Avenida Marginal terá limite de velocidade reduzido para 50 km/h em toda a extensão

Placa de limite de velocidade 50 em avenida à beira-mar com ciclista, pedestre, carro e palmeiras ao fundo.

O limite de velocidade na Avenida Marginal (EN6), que acompanha a costa entre Lisboa e Cascais, vai ser reduzido. Em vez dos atuais 70 km/h na maior parte dos trechos, a velocidade máxima passará a ser de 50 km/h em toda a via.

Para que a mudança entre em vigor, será preciso atualizar toda a sinalização vertical ao longo dos quilômetros 0, em Algés, até o 15,7, no Estoril. Segundo a Infraestruturas de Portugal (IP), esse trabalho deve levar pelo menos 10 dias.

Por causa disso, haverá algumas restrições ao tráfego em razão das obras, incluindo a supressão do acostamento ou de uma faixa. As intervenções estão previstas para ocorrer entre os dias 7 e 18 de abril, sempre das 9h às 18h.

A informação foi divulgada pela IP na semana passada. A empresa justificou a redução do limite de velocidade na Avenida Marginal como uma medida para reforçar a segurança de todos os que usam a via. Isso porque o trecho já foi palco de vários acidentes graves, em sua maioria associados ao excesso de velocidade.

Além da troca das placas, a medida também deve servir para padronizar a circulação em uma das vias mais movimentadas e sensíveis da região metropolitana de Lisboa. Em horários de maior fluxo, o controle de velocidade pode ajudar a reduzir riscos e tornar a condução mais previsível para motoristas, ciclistas e demais usuários da estrada.

Quem circular pela Marginal durante esse período deve ficar atento à sinalização provisória e aos eventuais desvios operacionais ao longo do trecho em obras. A recomendação é planejar o trajeto com antecedência e respeitar rigorosamente os limites indicados, já que o objetivo principal da intervenção é justamente aumentar a segurança viária.

“Solicitamos a melhor compreensão pelos transtornos e inconvenientes que esta situação provoca, com a certeza de que estamos contribuindo para melhorar as condições de segurança da infraestrutura e, sobretudo, de seus usuários.”

Infraestruturas de Portugal

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