Não trazemos boas notícias para quem depende do carro no dia a dia. A partir da próxima semana, com início em 31 de março, os preços dos combustíveis devem aumentar, sobretudo no caso da gasolina comum.
Segundo fontes ligadas ao setor, o diesel comum deverá ficar até dois centavos por litro mais caro, enquanto a gasolina deve registrar uma alta mais expressiva, de quatro centavos por litro.
Assim, a partir da próxima segunda-feira, o preço médio do diesel comum deverá subir para 1,596 €/l, enquanto o da gasolina comum deverá avançar para 1,75 €/l.
Base de cálculo e valores usados pela DGEG
A referência para o cálculo dos preços dos combustíveis é formada pelos valores divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), neste caso os dados referentes à última quinta-feira, 27 de março.
Os números apresentados pela DGEG já consideram os descontos aplicados pelas redes de postos de combustíveis, além das medidas do governo atualmente em vigor.
Ainda assim, é importante reforçar que esses valores não correspondem necessariamente ao preço cobrado na bomba. Eles servem apenas como uma média indicativa, e cada revendedor pode praticar o valor que entender adequado.
Medidas do governo em vigor
Desde 2022, continuam valendo as medidas adotadas pelo governo para amenizar a alta dos combustíveis, com impacto principalmente sobre o Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP).
Neste ano, o valor do ISP aumentou em três centavos por litro, mas, por causa da redução da taxa de carbono, não houve mudança na carga tributária total aplicada aos combustíveis.
Por isso, a soma de todos os chamados “descontos fiscais” representa uma redução de 17,6 centavos por litro de diesel e de 19,2 centavos por litro de gasolina.
Para motoristas particulares, profissionais do transporte e empresas que dependem de deslocamentos frequentes, qualquer alteração, mesmo pequena, pode pesar no orçamento ao final do mês. Em períodos de aumento simultâneo em gasolina e diesel, vale acompanhar a evolução dos preços ao longo da semana, já que algumas redes podem ajustar os valores de forma diferente entre regiões e horários.
Fonte: ACP
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