O último fim de semana entrou para a história do automobilismo com mais uma venda em patamar recorde. O Ferrari F2001 (chassi #211), usado por Michael Schumacher, foi arrematado por 15,98 milhões de euros em um leilão da RM Sotheby’s, em Mônaco.
O F2001 ganhou destaque sobretudo por ter levado Schumacher às vitórias nos Grandes Prêmios de Mônaco e da Hungria, em 2001. Esse modelo também foi decisivo na conquista do quarto título mundial de Michael Schumacher e do 11.º título de construtores da Scuderia Ferrari.
Com esse montante, o F2001 passa a ser o quarto Fórmula 1 mais caro da história vendido em leilão. À frente dele aparecem apenas três Mercedes-Benz, entre eles o W196R de 1954, leiloado pelo maior valor já registrado, de 51 155 000 de euros.
O resultado também supera o F2003-GA, outro F1 pilotado por Michael Schumacher, vendido por 14,98 milhões de euros em 2022.
Esse mesmo chassi já havia ido a leilão em 2017, também pela RM Sotheby’s, por cerca de 6,6 milhões de euros. A valorização mostra a procura cada vez maior por carros históricos de Fórmula 1 com histórico comprovado de vitórias.
Ferrari F2001, chassi #211: um ícone de Maranello
O chassi 211 é especialmente disputado e ficou conhecido como a “Jóia da Coroa”, não apenas por ter vencido em Mônaco - a última vitória de Schumacher no Principado e uma das corridas mais emblemáticas do campeonato mundial de Fórmula 1 -, mas também por ter assegurado matematicamente o título mundial na Hungria, com quatro etapas ainda pela frente.
Além da importância histórica, esse monoposto da Ferrari foi desenhado por Rory Byrne e recebeu um motor V10 de três litros, sendo visto como um dos carros mais equilibrados da era moderna da Fórmula 1.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Deixar um comentário