A Toyota - somando Lexus, Daihatsu e Hino - vem vendendo mais de 10 milhões de veículos por ano no mundo nos últimos anos. Um desempenho que explica por que a empresa leva o título de maior fabricante do planeta.
Mas o número que mais chamou a atenção na divulgação dos resultados do último exercício fiscal (abril de 2024 a março de 2025) foi outro: há 150 milhões de veículos Toyota e de suas subsidiárias em circulação no mundo.
Esse dado não foi trazido por vaidade. Trata-se de uma oportunidade de negócio enorme - e impossível de ignorar.
Em um cenário em que o mercado de carros novos já teve dias melhores - com tarifas, concorrência chinesa e eletrificação -, a Toyota também sente esse impacto. A receita aumentou, mas o lucro caiu 10,4% - para cerca de 29,3 bilhões de euros - e a companhia prevê uma nova queda de 20,8% neste exercício, mesmo com vendas maiores.
Uma das respostas? A Toyota quer ampliar a monetização dos 150 milhões de veículos em circulação: manutenção, peças e acessórios, venda de usados, serviços conectados e financeiros.
É um negócio que tem crescido algo como 916 milhões de euros por ano e que pode render 12,2 bilhões de euros neste ano - mais do que o projetado para os carros novos.
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